Sinto informar a meus inúmeros seguidores (três ou quatro) que passarei algum tempo sem postar matérias no blog.
Em breve escreverei sobre os favoritos ao título da Copa do Mundo.
Também farei uma comparação entre o futebol brasileiro e o futebol africano, continente no qual estão meus tios, que moram em Moçambique.
terça-feira, 25 de maio de 2010
segunda-feira, 10 de maio de 2010
Uma prévia da Copa do Mundo
Está para começar a maior das competições esportivas: a Copa do Mundo.
Não se sabe quem será o campeão. Brasil, Espanha, Itália e Alemanha, seriam, talvez, os favoritos.
A Espanha, que há pouco tempo estava em primeiro no ranking Fifa (que, na verdade, nunca deve ser usado como referência), está com a melhor seleção da sua história. Um time de toque de bola, que privilegia o jogo coletivo. Fernando Torres é o destaque individual, e faz boas atuações pela seleção. No entanto, a bola não chegaria com tanta perfeição ao atacante, se não tivesse um gênio no meio de campo chamado Xavi. O jogador concorreu no ano passado ao título de melhor jogador do mundo. Passa a bola como poucos, e ainda joga na companhia de Messi, no Barcelona. Tem tudo para ser o melhor da Copa.
A Itália vêm com seu estilo de jogo que a tornou famosa: a retranca. Mas com jogadores pesados e exclusivamente de marcação, a Azurra está com o futebol inferior ao das Copas passadas. Depende muito das atuações de Andrea Pirlo. Sem ele, o time não arma jogadas. O que salva a seleção italiana e a torna uma favorita é que Pirlo anda 'bem das pernas', e os atacantes Di Natale e Gilardino costuma fazer muitos gols.
A Alemanha só é considerada favorita porque o nível das seleções caiu muito. Seus jogadores atravessam uma fase ruim. O astro da equipe é Schweisteiger, um meia bastante ofensivo, e que compensa a falta de movimentação do atacante Klose, que está em decadência desde 2006. Outro jogador importante é Ballack, que, apesar de estar em baixa, é o cérebro do time. O trunfo alemão é a mescla de experiência e juventude.
A seleção brasileira melhorou muito desde a última edição, quando estava sob o comando de Parreira. Não devido aos brasileiros terem melhorado tecnicamente, mas porque estes aceitaram a forma de jogar do atual técnico Dunga. Um time mais retrancado, com saídas rápidas para o ataque, e que carece de grandes nomes em algumas posições, como na lateral esquerda. Porém, Dunga, injustamente, vêm barrando jogadores que podem ser decisivos na competição. Ronaldinho e Ganso dariam o toque genial à seleção, e Neymar completaria a festa. Os três são improváveis no time.
O resumo da Copa talvez acabe sendo a força das seleções africanas, melhores do que nunca, e a queda de rendimento das grandes equipes.
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